segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Principal médium do país psicografa diante das câmeras do Fantástico

É a primeira vez que Divaldo Franco autoriza gravação de uma reunião mediúnica completa. Médium é considerado o sucessor de Chico Xavier.

O mais importante médium em atividade no Brasil psicografa diante da câmera do Fantástico. É a primeira vez que Divaldo Franco autoriza a gravação de uma reunião mediúnica completa.

Considerado, por muitos, o sucessor de Chico Xavier, Divaldo lidera uma obra social que já tirou 160 mil pessoas da miséria ao longo de seis décadas. Aos 87 anos, ele diz que sua missão está terminando.

O teatro inteiro indo abaixo, como se um ator famoso subisse ao palco. Filas, autógrafos, assédio de escritor de sucesso. Selfies, flashes, comoção, como se fosse um astro do rock. Mas o pop star do espiritismo está longe de ser o que parece.

“E não à toa é um admirador muito grande de São Francisco de Assis. Se eu fosse defini-lo como pessoa, eu diria que ele é um franciscano”, diz a escritora Ana Landi.

Favela do Pau da Lima, Salvador, Bahia. Em meio ao abandono da periferia, um oásis construído ao longo de 63 anos. Um portão azul dá acesso à escola e comida a 3,5 mil crianças pobres. E atendimento médico a 2,5 mil adultos. Todos os dias e tudo de graça.

Quatrocentos voluntários atendem à convocação do fundador. “Nós aprendemos com ele que ajudar o próximo é a maior benção da vida”, conta a pedagoga Clese Cerqueira.

Ele é o médium em atividade mais importante do Brasil. O Fantástico encontrou Divaldo Franco à hora do café da manhã.

Fantástico: Com licença. Muito bom dia.
Divaldo Franco: Bom dia.
Fantástico: Atrapalhar o café? Muito prazer.

Aos 87 anos, Divaldo anda com desenvoltura pela Mansão do Caminho. Uma verdadeira cidade com ruas, casas, biblioteca, hospital, padaria, que ele planejou e ajudou a construir.

Fantástico: Tem cada ladeirão, né?
Divaldo Franco: Tem. Porque eram morros. Isso aqui foi feito à picareta, quando nós começamos.
Fantástico: As ruas foram abertas a picareta?
Divaldo Franco: Tudo a picareta.

“Nunca veio um trator aqui. Isso aqui tudo aqui foi feito no braço, no braço do amor”, diz a professora Nailda Lima.

Nailda tem 70 anos. Chegou à mansão pequenininha, e foi uma das 641 crianças órfãs de quem Divaldo obteve a guarda na Justiça. “Fomos criados com todo o amor, com toda a liberdade de criança”, conta.

Desde a fundação, em 1952, a Mansão do Caminho já tirou 160 mil pessoas da miséria, oferecendo escola e profissão.

Nailda: Me formei em 1968, em professora. A primeira a casar fui eu, com tio Divaldo, onde eu tive essa benção.
Fantástico: Aparece naquela fotografia espiando no quarto. O que ele tá fazendo?
Nailda: Ele está dizendo: ‘você vai dormir aqui’.

Brincalhão, sem dúvida, mas o sempre alinhado Divaldo Franco teria a vaidade dos normais?

Fantástico: O senhor, imagino, pinta o cabelo.
Divaldo Franco: Sem dúvida.
Fantástico: É vaidade?
Divaldo Franco: Não. Gosto, me faz bem. E a autoestima me impõe tornar-me, pelo menos, menos assustador para os outros. E lembrei que Chico Xavier quando colocou a peruca disse assim: eu não tenho direito de assustar os outros com a minha feiura.

Os dois maiores médiuns brasileiros se conheceram ainda jovens. Foi Divaldo quem procurou Chico. “Ele nunca me tinha visto. E então chegou-se a mim, estendeu a mão e disse: ‘olá, Divaldo. Como vai?’”, conta Divaldo Franco.

Sempre foram muito próximos. Mas alguns seguidores de Chico acusaram Divaldo de plagiar obras psicografadas pelo médium mineiro. Então Divaldo se afastou deles.

Fantástico: Algumas pessoas que eram ligadas a Chico Xavier torcem um pouco o nariz pra você. Isso é verdade?
Divaldo Franco: É verdade. É natural.
Fantástico: Por quê?
Divaldo Franco: São fenômenos humanos. As pessoas nos veem conforme sua própria ótica.

A escritora Ana Landi, autora da primeira biografia não espírita de Divaldo, que será lançada nesta segunda-feira (23), diz que os dois se reaproximaram. E que depois da morte de Chico, Divaldo fez questão de visitar seus seguidores.

“Como se fechasse um ciclo, né? Em que duas das figuras mais importantes do espiritismo no Brasil e talvez no mundo fizessem as pazes mesmo sem o Chico presente”, diz Ana Landi.

Divaldo Franco rejeita o posto de sucessor de Chico Xavier. Diz que é apenas mais um médium. E que afora o dom especial, como se fosse um sexto sentido, o médium é uma pessoa comum.

“Não tem nenhuma característica exterior. Quando, por exemplo, alguém diz que é médium, e tem determinados gestos estranhos, faz caretonas, está arrepiado, isto é um distúrbio do sistema nervoso, nada tem a ver com a mediunidade”, afirma Divaldo Franco.

Divaldo convida o Fantástico para uma reunião mediúnica liderada por ele. É a primeira vez que ele autoriza a entrada de uma equipe de televisão. Vários médiuns sentam em volta da mesa. Divaldo fica na ponta.

De acordo com o que os espíritas acreditam, os médiuns recebem comunicações de pessoas que já morreram, dando voz a elas. De olhos fechados, sob a luz de uma lâmpada verde, Divaldo psicografa diante da câmera.

Dois espíritos teriam lhe enviado mensagens. Joana de Ângelis, sua mentora espiritual, e o poeta indiano Tagore, Prêmio Nobel de Literatura de 1913, morto em 1941, que lhe ditou um poema. “As flores juvenis emurcheceram e alcancei a idade adulta em vãs tentativas de encontrar algo que me plenificasse”, lê Divaldo.

Divaldo psicografou 258 livros, que já venderam 10 milhões de exemplares pelo mundo afora. O dinheiro dos livros é todo revertido para as obras sociais. Ele não fica com um tostão. Mora na Mansão do Caminho, e vive com a modesta aposentadoria de funcionário público.

“Nós não temos o direito de viver profissionalmente desse mecanismo de iluminação de consciências”, afirma Divaldo Franco.

A amizade acima da religião o fez aproximar-se de irmã Dulce, a famosa freira católica que ele visitava com frequência. Vendo que ela estava mal acomodada em uma cadeira de madeira, quis dar uma cama de presente. “Porque é tão desconfortável essa cadeira. Ela sorriu e disse: ‘não faça isso. Essa cadeira é missionária’. Com ela eu já consegui dez camas para o nosso hospital. Todo mundo chega, vê, compadece, manda uma cama e eu mando lá para a UTI e fico aqui esperando”, relembra Divaldo.

Essa amizade fácil com outras lideranças é um traço da personalidade conciliatória de Divaldo em que o princípio da tolerância é exercido, digamos, de maneira radical. Noventa por cento das crianças atendidas, que vivem nas comunidades vizinhas, são de famílias católicas ou evangélicas. Não existe nenhum tipo de filtro religioso. O filtro que existe é o da necessidade absoluta.

Edinilson Pereira da Silva: Márcia! Cadê Márcia? Bom dia. Nós somos da Mansão do Caminho.

A missão de Edinilson Pereira da Silva é encontrar as crianças que mais precisam da Mansão do Caminho. “Eu vi uma situação sub-humana. Onde é uma casa, se é que nós podemos chamar de casa, um só vão, junto de um despenhadeiro”, conta.

Márcia já tem um filho na mansão. “O pai dele rejeitou ele e a Mansão do Caminho que abraçou ele. Foi o pai e a mãe nas horas em que ele estava mais precisando”, afirma a dona de casa Márcia Pinto. E agora quer que seus outros quatro meninos tenham a mesma sorte. “Tudo o que eu quero é meus filhos crescendo em Cristo e ter uma vida melhor do que a minha”, deseja Márcia Pinto.

Márcia é evangélica, mas Edinilson nem quis saber.

Edinilson Pereira da Silva: O nosso objetivo é atender o povo, não a religião.
Fantástico: Você nem perguntou?
Edinilson Pereira da Silva: Não é importante. Não é relevante. Não existe esse item no nosso cadastro.

O próprio Edinilson foi acolhido por Divaldo aos três anos de idade. Estudou e virou padeiro profissional. Por gratidão, visita famílias que podem ter o mesmo destino. “Me sinto gratificado quando vejo aqueles visitados adentrar a Mansão do Caminho. Eu me sinto emocionado com esse trabalho”, conta.

Divaldo diz que sua missão está chegando ao fim.

Fantástico: Você sabe o dia em que vai morrer?
Divaldo Franco: Não, mas sinto que está se aproximando. Aos 87 anos, não se pode esperar muito.

Mas diz que já tem outros livros prontos. Quer garantir a continuidade de projetos como o do hospital de parto natural. “Pariam na rua. Várias vezes demos socorro e pariam dentro da Kombi. Então veio a ideia de fazer o centro de parto e aqui estamos”, conta Divaldo Franco.

O homem que diz conversar com os mortos já trouxe à vida 1,5 mil bebês. É o caso de Murilo que veio ao mundo com 49 centímetros e pouco mais de 3 quilos mostrando para que serve uma vida luminosa.

“Para poder transmitir um pouco de sol. Porque há tantas pessoas em pleno inverno nesses dias de claridade. E passar deixando pegadas que apontam o caminho de felicidade aos que vem atrás”, diz Divaldo Franco.

Fonte:

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/02/principal-medium-do-pais-psicografa-diante-das-cameras-do-fantastico.html

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Justiça manda ALL reativar ramal ferroviário Santos-Cajati



Justiça manda ALL reativar ramal ferroviário Santos-Cajati


Vitória! Justiça manda ALL reativar ramal ferroviário Santos-Cajati. Decisão da Justiça Federal em Santos atende nossa representação apresentada em 2009. Concessionária terá 90 dias para apresentar plano de recuperação do único trecho ferroviário que liga o Litoral Sul e Vale do Ribeira à Baixada Santista. 


Uma vitória de toda região e economia do estado de São Paulo.



Deputado Samuel Moreira durante reunião, em 2009, com lideranças, empresários e a ANTT.


A Justiça Federal em Santos aprovou decisão que obriga a concessionária América Latina Logística (ALL) a fazer obras de recuperação do ramal ferroviário Santos-Cajati, desativado desde 2002. A decisão, anunciada em 30 de janeiro, atende a ação do Ministério Público Federal em Santos, interposta a partir da nossa representação apresentada, em 2009.
Na época, eu presidia a Frente Parlamentar em Defesa da Reativação do Ramal Ferroviário Santos-Cajati. Organizava e participava de uma série de reuniões com lideranças do eixo Santos-Cajati e representantes da ANTT e ALL para reativar a ferrovia.
Após negociações, chegou-se a estabelecer um cronograma para reativação da Santos-Cajati, mas a concessionária não levou o plano adiante nem a ANTT a obrigou a cumprir a decisão.
A decisão judicial determina que o IBAMA aponte em 30 dias todas as pendências para a concessão da licença ambiental. As obras incluem recomposição de taludes, drenagem, reposição de trilhos e troca dormentes. As exigências deverão ser atendidas no mesmo prazo pela concessionária.
Com extensão de 214 quilômetros, a ferrovia Santos-Cajati foi construída há 100 anos, já levou passageiros, mas sua vocação é o transporte de cargas, especialmente minério.
Na representação apresentada ao MPF, em Santos, salientei que o contrato de concessão com o governo federal era de 1998 (firmado pela antiga Ferroban, hoje ALL), mas nenhum serviço era prestado, deixando a ferrovia abandonada, em processo de deterioração.
Nossa representação se transformou em Inquérito Civil Público, que se juntou a outros dois processos, movidos, respectivamente, pela Associação dos Usuários dos Serviços Públicos de Itanhaém e pelo Tribunal de Contas da União, que inclusive já publicara um Acórdão. Ambos os processos tratavam do abandono do ramal ferroviário Santos-Cajati, o descumprimento do contrato e a falta de ação de órgãos governamentais que devem zelar pelo patrimônio da União.
O Ministério Público Federal (MPF) defendeu que a concessionária América Latina Logística (ALL-Malha Paulista S.A.) cumprisse suas obrigações atribuídas no contrato de concessão e promovesse “a manutenção integral do trecho ferroviário Santos-Cajati, a ponto de torná-lo novamente utilizável para o transporte ferroviário, sob a efetiva fiscalização da Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT)”.
A ação proposta pelo procurador da República em Santos, Thiago Lacerda Nobre, solicitou que a Justiça obrigasse a ALL a cumprir o contrato de concessão e a ANTT a exercer o papel de agência reguladora e fiscalizadora do setor.
A ALL, por sua vez, informou que o trecho ferroviário Santos-Cajati estava em processo de reativação, sendo que a Licença de Instalação havia sido solicitada ao Ibama em 2010. Comunicou à ANTT, ainda, que necessitaria de estudos e análises, bem como a anuência de diversos outros órgãos, tais como IPHAN, Fundação Palmares, prefeituras, Fundação Florestal e FUNAI, o que atrasaria o início das obras em 18 (dezoito) meses. A resolução da ANTT nunca foi posta em prática, como afirma o procurador: “Em que pese tenha editado a mencionada Resolução 3.505/2008, a ANTT nada fez para exigir seu cumprimento”.


Fonte: Camilo Aparecido

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domingo, 1 de fevereiro de 2015

O mundo é uma ilusão ou as pessoas vivem iludidas?

Ouve-se muito falar por aí que a vida é uma ilusão e que tudo sendo passageiro não deveríamos levar a vida tão a sério. Mas não é bem isto.

O mundo não é uma ilusão, ele existe de fato, todavia, as pessoas para poderem se suportar, suportar a si própria com todas as infantilidades e suportar as infantilidades dos outros criaram, ao longo do tempo, uma ilusão individual e coletiva de vida.
Enquanto não houver um mínimo de consciência própria desenvolvida em níveis superiores à média atual que equivale a apenas 5% do que se pretende atingir no futuro, os seres humanos continuarão a perambular sobre a face planetária ainda vivendo sem saber por que nasceu, por que vive e o que está fazendo aqui, e por que morre. E não compreendendo nada sobre seus propósitos de vida e de existência, acreditando que foi por mero acaso que nasceu e por mero acaso envelhece e morre, simplesmente vai continuar a viver criando ‘ilusões’ para tornar sua própria vida ‘digerível’, daí os comportamentos tão infantis que observamos nos dias atuais.

Há toda uma estrutura social criada e montada pelas civilizações, algo que chamamos de cultura e nela convivemos, pensando que a nossa vivência é mesmo verdadeira. Será?

Com certeza você está vivo, está defronte ao seu computador neste momento, tem família, trabalho, enfim tudo que a estrutura social impõe como padrão e coloca a sua disposição uma estrutura para que você possa viver e desfrutar de trabalho, conforto, família, dinheiro para comprar bens, dinheiro para o seu lazer, hospitais para tratar suas doenças, enfim, tudo para que isto aqui possamos chamar de civilização.

E você acorda de manhã, faz um café, come um pãozinho, e chega ao trabalho, e durante o dia nada mais pensa, além do trabalho, talvez uns telefonemas para os amigos, familiares, e outras pessoas que interagem nesta convivência.

E depois vai a uma escola ou volta pra casa, onde reencontra sua família, troca umas idéias, assiste sua “novelinha” ou algum programa esportivo, depois vai dormir e lá vai você para um novo dia seguinte. Eu disse um novo? Que novo? Não parece que é sempre igual? Você tem certeza que sabe o que está fazendo?

Embora a raça ariana possa de fato ter surgido (não por acaso), sobre a face do planeta há uns cem mil anos, efetivamente nos conhecemos como civilizações desde há uns dez mil anos, e dez mil anos é tempo bastante para criar uma consciência evolutiva, um saber mais profundo e deixar de continuar a viver como robôs, sendo constantemente, o tempo todo, manipulados por outros robôs mais espertos, mas tão inconscientes quanto, a ponto de criarem toda uma estrutura em volta da falsa estrutura de vida em que vivemos.

Há pessoas ditando o tempo todo o que devemos ou não fazer, ditando como você deve viver, que tipo de tecnologias você já pode usufruir, como estabelecer laços de escravidão mental para doutriná-lo, quais as roupas que você deve vestir, que cores serão as da moda, que tipo de filmes você pode assistir, o que você pode saber limitadamente, que tipo de cenourinha vão jogar pra você correr atrás, quais as religiões que podem existir, enfim, você ainda não percebeu que pessoas, como você, andam o tempo todo ditando regras e de tal maneira o fazem que você permanece este tempo todo realmente acreditando nesta falsa realidade.

Isto está te parecendo a teoria da conspiração? Não, não é a teoria da conspiração, posto que isto é a nomenclatura criada para desacreditar tudo aquilo que possa partir para um despertar de realidades e, claro, criada por pessoas que compreendem que nada compreendem, mas se encontram em situações confortáveis para verem-na mudada. Mas isto não tem importância porquanto as pessoas preferem ficar iludidas e criarem suas próprias ilusões do que se esforçar para entender o que se passa na humanidade.

Assim sendo, está tudo certo. A realidade exterior desta humanidade, as estruturas, as civilizações e culturas só mudam a partir do momento que mudarem as realidades interiores individuais da maioria dos cidadãos do Planeta, não antes, nunca.

Grupos econômicos poderosos se reúnem e acertam o preço do petróleo, acertam que rumos a economia deve tomar, combinam estratégias de guerra, vendas de armas (um mercado de trilhões de dólares anuais), combinam facilidades e dificuldades no comércio exterior internacional, programam para onde os capitais devem migrar por seus interesses, criam situações de escravização econômica dos povos, ditam regra de novas tecnologias que devem prevalecer e toda sorte de questões políticas a nível mundial. A este movimento chamamos de “Domínio”.

Através deste domínio são criadas teses de desenvolvimento social e a manutenção de velhos paradigmas e crenças populares que facilitam estas ações. Daí porque surgem neste momento vários movimentos independentes, em oposição, buscando despertar a massa, num trabalho de “formiguinha” que a curto e médio prazo não terão nenhuma valia, mas quem sabe dentro de décadas, porém, estes movimentos são importantíssimos e vão marcar presença na história desta humanidade a ser contada ainda em futuro distante.

Ao homem, no atual nível de consciência e infantilidade, não é permitido e possível ele criar alguma coisa de importante no mundo, portanto, tudo que ele é capaz de criar por conta própria é somente ilusão.

Por exemplo, grupos econômicos, por exemplo, combinam a quanto o petróleo será vendido até o fim do ano, e lá vai todos a lamentarem a situação, criam alardes, situações de escassez, situações de endurecimentos econômicos e outras conseqüências nas economias, mas saiba que foi planejado, e certamente tem um direcionamento, e não é nada por acaso, por sorte ou azar que as coisas acontecem, tolice é imaginar que forças se juntaram por acaso na economia.

E tantos outros exemplos poderíamos citar, mas que adianta?

O principal e importante é que as pessoas devem re-pensar todos os seus paradigmas e crenças de vida e existência caso realmente queira compreender o que se passa na humanidade, onde alguns poucos milhões se esbaldam e riem o tempo todo, e outros bilhões vivem feito baratas robotizadas pelo mundo, e muitas centenas de milhões morrendo de fome, de guerra, de peste, de homicídios, de drogas, etc… quem está vivendo a realidade de quem?

Poderíamos citar o exemplo das drogas poderosas que foram criadas no século passado, e vocês acham que foram os índios colombianos que sabiamente a produziram, criaram o refino, etc…? Pense e saberá mais e não viva criando continuamente ilusões ou sempre acreditando nas notícias divulgadas, nos livros de história no que a mídia inventa, mas procure viver conhecendo as ilusões que alguns criam para você se “esbaldar” na maionese.

Viver com o máximo possível de consciência é que permite a evolução do homem, individualmente. Mas viver atrelado as coisas que a massa faz e pratica sem nem ao menos saber se é bom, é continuar fazendo parte apenas da coletividade manobrada.

A vida é uma ilusão? Não, a vida é real, mas essa estrutura atual é uma ilusão sustentada pelos iludidos, sem consciência, e criada por uns poucos que se consideram mesmo conscientes, mas também estão enganados.

O ser humano não necessita de ilusões para viver e bem viver e ter suas experiências evolutivas, ele necessita somente de esperança, mas a esperança calcada na racionalidade e na lógica divina que é trilhões de vezes superior ao dito movimento racionalista que nada mais é que outro instrumento de ilusão que cria um falso “chão” para pisar.