terça-feira, 11 de outubro de 2016

5 SINAIS DE QUE SUA CASA ESTÁ INFESTADA POR OBSESSORES E COMO SAIR DESSA SITUAÇÃO:

Seu lar deixou de ser um lugar reconfortante? Não consegue dormir direito, e não encontra o verdadeiro sossego em lugar nenhum? Sente culpa por coisas que aconteceram há muito tempo e não consegue se libertar?

Nem sempre somos culpados por alguns males que nos acontecem, nem sempre nossas escolhas são vilãs como dizem muito por aí. A perseguição gratuita existe e é muito mais forte do que as pessoas imaginam. Não falo aqui somente de opressores espirituais, falo também das energias nocivas que mandam na sua direção e na direção de sua família e você nem se dá conta.

Pode ser um espírito que fica na sua casa se sentindo dono dela, ou alguém encarnado que você se desentendeu e a pessoa ficou com ódio de você ou de um dos seus familiares. Quando alguém te odeia, cria uma conexão negativa com você, envia constantemente energias negativas na sua direção, isso causa aqueles acontecimentos sem explicação, doenças sem explicação, azares que insistem em permanecer.


Preste atenção em alguns sinais bem típicos de lares que sofrem com esse tipo de obsessão, mas não se preocupe, se é o seu caso, existe como combater e se livrar para sempre desse mal.
1 – Sempre tem alguém doente em casa

Não existe uma folga na sua família, quando não é um é o outro. Infecções e inflamações, acidentes, despesas com remédios, enfim, hospitais e laboratórios fazem parte da sua rotina.
2 – Brigas e desentendimentos constantes

Ás vezes dá a impressão que ninguém concorda com nada, discutem, ficam de cara virada por dias, semanas ou até meses. Fazem as pazes até a próxima discussão, e começa novamente.
3 – Falta de prosperidade financeira

Na sua casa você é um exímio equilibrista, o orçamento nunca fecha e as contas não dão folga. Se consegue ganhar mais em um mês, aparece uma despesa extra. Sair, comprar roupas e sapatos, viajar não fazem parte dos seus planos já tem algum tempo. Ninguém consegue ter ideias para sair do sufoco.
4 – Vícios

O que vem a mente quando falamos de vícios é sempre drogas ou alcoolismo, mas existem alguns que chegam a ser tão nocivos quanto estes como: Reclamações e vitimismo exagerados, compulsão por comida, compulsão exagerada por limpeza, fofocas e maledicência, tristeza e ódio, remoer o passado como se não existisse futuro, medo, hipocondria, e gostar de provocações e brigas.

A tristeza e o vitimismo são comportamentos viciantes e nesses casos o viciado não percebe que é uma pessoa negativa. A culpa pelos problemas e pela sua tristeza é de qualquer um ou qualquer circunstância, menos dele.



O medo muitas vezes vira um amigo, a pessoa apega-se a ele e acha que se soltá-lo, algo de ruim vai acontecer, por isso se afasta de muitas coisas e acredita que isso lhe trará proteção.

No caso da compulsão por comida, o viciado usa ela como remédio para sua dor ou apatia. Nem sempre a pessoa que tem essa compulsão está acima do peso, e em alguns casos a pessoa tem o paladar prejudicado, não sente o real sabor da comida. Não consegue apreciar o prazer da refeição, come muito e come rápido.

Todos estes vícios são tão difíceis de tratar quanto o alcoolismo e o vício em drogas, além da remoção de obsessões é preciso tratamento especializado.
5 – Pensamentos Impróprios e Negativos

É como se alguém colocasse lenha na sua fogueira interna, ou na fogueira interna de alguém da sua família. Esses pensamentos causam medo, paranoia, desconfortos e mal-estar, além de cansaço. Esses pensamentos vem de repente sem que exista um controle ou filtro, parecem vir de dentro, mas na realidade vem de fora. A pessoa começa a ficar paranoica, acha que ninguém gosta dela, falam mal pelas suas costas, obsessores gostam de causar isso em suas vítimas.

Muitas pessoas passam por esse processo, poucas conseguem enxergar, muitas se deixam contaminar pois a família acaba se tornando tóxica.
Como sair?

Primeiro passo – Comece a praticar sua fé dentro de casa.

Não importa a sua religião, faça orações e leitura do evangelho todos os dias. Se algum familiar não gosta, tenha bom senso, faça na ausência dele, não provoque. Se você tentar impor sua fé a um familiar que não acredita, só vai conseguir mais brigas. Faça no mesmo horário todos os dias. Faça do jeito que der, sem desculpas.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Fotos antigas de Cajati - 1991

https://www.youtube.com/watch?v=kUXY9rGjkxk

DE COPO CHEIO E CORAÇÃO VAZIO

Analisando com um pouco mais Estava numa festa com amigos e, dentre tantas músicas que tocavam, ouvi uma cujo refrão dizia:“De copo sempre cheio e coração vazio, ‘tô’ me tornando um cara solitário e frio”. Até então, nada fora do comum; uma música amplamente conhecida no cenário nacional como tantas outras que haviam tocado e outas que viriam a tocar. Contudo, num posterior momento de observação, pude notar o quanto aquela letra era cantada com propriedade pelas pessoas que ali estavam, inclusive por mim, talvez pelo grande sucesso que a referida música tem feito atualmente. Mas será que é só isso?de profundidade, não é difícil concluir que, em alguns aspectos, essa música reflete a realidade de muitos que, de fato, encontram-se de “copo cheio e coração vazio”. Não quero, entretanto, reduzir tal reflexão a uma questão meramente afetivo-emocional, como sugere a canção, seria muito pouco diante do que realmente podemos questionar.

Para início de conversa, por meio da metáfora do “copo cheio”, gostaria de fazer alusão a tudo o que toma nosso tempo, nossa energia, emoção e atenção, “esvaziando nosso coração”. Agendas, cabeças e vidas cheias, e por que não o “copo cheio” literalmente? Muitos problemas, compromissos, projetos, promessas, desilusões e expectativas acabam por nos tomar de quem realmente somos. O barulho e tamanha movimentação de uma vida cheia são um ótimo esconderijo para quem foge do encontro consigo; daí, torna-se comum encher-se de coisas, a fim de adiar esse encontro. Ostentam-se rotinas agitadas, vidas sociais badaladas, luxo, baladas, currículos, influência, corpos esculturais e notoriedade; mas e o coração, como está? Essa é a questão! Quem é e como está a pessoa por trás de tudo isso?

Em tempos de total exposição de nossas vidas nas diversas redes sociais, nas quais fazemos nada mais nada menos que uma autopromoção de nossas personas, questiono-me: Somos quem e o que ostentamos? Parafraseando Antonie de Sain-Exupéry em ‘O Pequeno Príncipe’, que diz “o essencial é invisível aos olhos”, levanto a questão: O que nos é essencial? O que determina, de fato, a essência do que somos? O que apresentamos: nossa verdade ou uma personagem de fácil aceitação geral?

Na condição de filhos de Deus, somos criados à imagem e semelhança do Amor e para Ele vivemos. Em Sua busca nos encontramos desde o momento em que nos entendemos por gente. Cada um buscando da sua forma, com o seu jeito, usando do livre-arbítrio a nós concedido para alcançar essa meta, o que me leva à conclusão de que nosso coração se preenche à medida que nos aproximamos daqueles nos “devolvem” a nós mesmos e, consequentemente, aproximam-nos de Deus.

Na minha opinião, a verdadeira ostentação é ter ao nosso lado pessoas que nos aceitam, acolhem e amam por quem somos de fato, que marcam presença nas tempestades, quando o “copo” está quase transbordando; pessoas que, mesmo diante de nossos defeitos, preenchem nosso coração e nossa vida. A verdadeira ostentação é ter ao nosso lado alguém que nos conduz a Deus.
“copo cheio e coração vazio” é uma metáfora para dizer que há quem procura encher-se de coisas a fim de adiar um encontro consigo mesmo
Por Higor Brito

Mais um motivo pra não se importar com o que as pessoas dizem.

“As pessoas admiram suas qualidades em silêncio, e julgam seus defeitos em voz alta.” Parece só mais uma frase de efeito, mas, no fundo, essa frase demonstra uma correspondência assustadora com a realidade.
É que a crueldade com que as pessoas costumam julgar umas às outras é o que me faz achar metade do mundo uma droga – e é do que você deve se lembrar da próxima vez em que pensar em se importar com os comentários negativos que fizerem ao seu respeito: as pessoas são cruéis.

Não todas, calma lá. Esta que vos fala gosta de blues, de café e de gente – até demais. Porque existe gente boa. Gente com energia boa, com palavras doces, com gestos bonitos e ataques de gentileza que fazem do mundo um lugar minimamente adequado pra se viver.

Mas, como nem tudo são flores, há as pessoas que tentam te diminuir quando você cresce. As que elogiam seus pontos fracos para que você não evolua. Que mascaram seus defeitos para que você não preste atenção neles – como se isto fosse possível – mas os superestimam na sua ausência, os gritam para o mundo. Os acendem com luz neon para que todos vejam o quanto eles são terríveis, enquanto te diz, com um sorriso falso no rosto, que tudo vai bem. Que você não precisa se preocupar. Você não precisa se esforçar. Você não precisa crescer. É preciso aceitar: há pessoas que simplesmente não querem o seu progresso.

Há outras que podem até querer te ver bem, mas não melhor do que elas. E com essas pessoas você precisa ter cuidado. Você deve se blindar – se vestir de autoconfiança. A autoconfiança, aliás, é um escudo e tanto: é o que te faz feliz com você mesmo, consciente dos seus defeitos e disposto a superá-los, quando possível, e, quando não, aceita-los.

Para essas pessoas, a tristeza alheia é alimento. As palavras são armas letais que vão em cheio na felicidade dos distraídos – por isso, não se distraia. Não aceite críticas cruéis ou falsos abraços. O que não é verdadeiro, não acrescenta e não faz falta. Não ocupe espaço com o que te suga energia, sorriso, vontade.
A parte boa disso tudo é você pode escolher. É que existe o outro lado. Existe a luz e a escuridão. A doçura e a crueldade, o ódio disfarçado de sorriso e o amor que transborda pelos olhos. Existem dois caminhos antagônicos sempre abertos, e você escolhe, diariamente, qual deles quer seguir. Você escolhe a cada abraço, a cada tropeço, a cada oportunidade que a vida te dá de acordar e fazer diferente.

A nossa felicidade depende, em grande parte, das relações que construímos ao longo da vida. Escolha as pessoas que te abraçam e deixam aquela sensação de banho tomado, de alma lavada, de carinho no coração. O mal passará por você o tempo todo, mas sempre dá pra desviar.

Não revide falsidade com mais falsidade. Não deixe que o mal que há nas pessoas transforme o bem que há em você – porque nós somos os responsáveis por quem somos, e quando você assume essa responsabilidade, você entende o que é ser feliz – independente do mal olhado e do mal pensado – você aprende a ser feliz..


Fonte Nathalí Macedo